sexta-feira, 11 de março de 2011

10ºCapitulo-Fanfiction: A vida é bela!

10ªCapitulo: Pazes feitas, finalmente!!
-Nada Schneider, não é nada.
Clara: Schneider!!!-a Clara depois de gritar o nome dele abraçou-o, parecia que já não o via há muito tempo. Olharam-se nos olhos e sem dizerem nada um ao outro beijaram-se tão calorosamente, um beijo de saudades que nem quis intervir. Mas tinha de o fazer eu não queria ficar ali a olhar para aqueles dois a beijarem-se à minha frente, para além do mais quando eu estava sozinha sem ninguém, uma triste sem emenda, tinha de parar de achar isso de mim própria mas era difícil, o capitão nunca mais olhara para mim da mesma forma como me olhava, depois de eu ter voltado, depois de nos despedirmos no aeroporto, quando me dirigi para casa e no caminho para a escola…O PEDRO!!!
Será que o Mark estaria com ciúmes? Eu tinha de ir falar com ele mas primeiro….
-Grande amiga que me saíste. Não percebo por que é que não me disseste nada. Grande fã número um, mas é mais do que isso.
Clara: Desculpa Cereja, foi sem crer não sabia que ias ficar muito chateada. Quando te ouvi a dizer o nome do Schneider, ai é que eu não me atrevi a dizer mesmo nada.
-A dizer o nome do Schneider, eu?
Clara: Sim, tu! Lá em casa, quando me dizias quem fazia parte da tua turma. Por isso apenas te pedi para lhe mandares um beijo por mim, e dizer-lhe que eu era a sua fã numero um, o que não é mentira. E como sabia que te ias esquecer, vim pessoalmente, pois estava cheia de saudades, aproveitei e vim com a Inês e com Midsuno, que também vinham para cá.
-Vinham para cá fazer o quê?
Midsuno: Eu vim, porque como sabes tenho cá família, eu nasci cá no Japão e tenho cá os meus pais e os meus irmãos (mais novos) a viver.
-E tu, Inês?
Inês: Eu vim à procura do meu irmão sem que a minha mãe soubesse, se sabe, estou feita, morta, cozinha, assada e grelhada. Sempre que digo o nome dele lá em casa a minha mãe responde “Não voltes a insinuar o nome dele, e muito menos fales dele, ele quis ir viver com…aquele homem…” e eu respondo “Mãe! Aquele homem é o meu pai e ele é meu irmão é normal que tenha saudades!!”, já viram como é difícil ter os pais separados.
-Os pais separados não sei, mas…
Pedro: Inês!!!
-{Mais uns, mas estes não são namorados, de certeza, deve ser outra coisa.}
Inês: Pedro!!!
Stela: O Pedro é que é o teu…irmão?
Inês: Sim.
Stela: Grande coincidência.
Pedro: Não sou muito dado a coincidências, mas parece que sim, que foi uma.
Mark: Inês!
Inês: Mark!
Mikaru: Pois é. Se és irmã do Pedro tens de ser prima do Mark, não é verdade?
Mark: Sim, é verdade. Muito perspicaz da tua parte Mikaru!
Todos se riram menos eu, e sinceramente não sei o porquê mas não, não conseguia, não me conseguia rir naquele momento. Muitas coisas ocupavam a minha cabeça, muitas coisas me estavam a “desviar” dali, sentia que não pertencia ali. Então subi as escadas em direcção ao meu quarto.
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Abri a porta do quarto e sem olhar para trás, a deixar todos os meu amigos lá em baixo…, a palavra amigos ecoava várias vezes na minha cabeça e até me cheguei a perguntar {será que eles são verdadeiramente meus amigos? A Clara não me contou que namorava com o Schneider, o capitão “nunca” mais falou comigo, o que é que se está a passar?}
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Não sabia o que se passava lá em baixo. Se alguém sentira a minha falta ou se estavam melhor assim.
Comecei a ouvir passos de alguém a subir as escadas e a dizer: -Eu vou ver o que se passa, já volto. -era uma voz firme, confiante, e eu sabia bem a quem é que ela pertencia.
-{Não, não, não. Por quê? Por que é que ele teve de vir? Mas por que é que ele quis vir? Ainda me deixa uma dúvida maior}
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Mark: Sabrina estás aí?
Stela: Sabrina?
Mark: O que é que estás aqui a fazer? Eu disse que conseguia ter tudo sobre controle.
Stela: Pois, pois…Mas quem deveria vir era o namorado dela, que ela ainda não me disse quem era.
Mark: A Sabrina tem namorado?
Clara: Tem. Por quê?, não sabias?
Mark: Não…-o Mark ia a sair do quarto mas…
-Capitão!
Stela: O quê? É por ele que estás apaixonada?! Tu gostas… desta coisa insensível?
-Stela!!
Stela: É verdade…-comecei a empurrá-la para fora do quarto: -Sai, sai, sai!
Depois de fechar a porta ouvi-a a dizer: -O Mark tem tudo sob controle. -contrariada claro, mas disse-o.
Então o Mark afastou-me da porta e abriu-a, sorriu-me e ficámos a ouvir o que eles diziam lá em baixo:
Toby: Então meu amor? Passou-se alguma coisa?
Stela: Não, o Mark está a tratar de tudo.
Toby: Ok, vamos para a sala, ter com os outros.
Benji: Então Stela o que é que ela tem?
Stela: Não sei, o Mark é que está a tratar disso.
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O Mark fechou a porta, sentou-se na minha cama e disse-me: -Senta-te. -sentei-me, obedecendo à sua “ordem”, e ele continuou: -Tu e o Pedro têm alguma coisa? Ou tu e o Toby? É que tu sabes…fogo isto nem parece meu, vês o que fazes, é por tua causa que eu fico assim. -ri-me, finalmente, consegui rir. Também era normal com o capitão, quem não se ri, bem devo ser a única, o resto risse tudo é com as discussões do Jack e do Bruce, aqueles sim, fazem mesmo rir, mas hoje o Jack não pôde vir, o que foi uma grande pena, eu adorava ver mais um dos “teatros” daqueles dois.
Parei de rir e perguntei: -Por que é que eu é que tenho a culpa? Eu não fiz nada!
Mark: Ai não? Olha como eu estou, já nem consigo falar direito contigo, sem que te desates a rir…
-Ohhhh, isso? A culpa é tua quem te manda seres assim? Agora tens estado constantemente a ignorar-me, já tinha saudades de me rir, por isso não comeces a refilar comigo. E já agora, não era melhor se fossem vestir os pijamas é que eu e a Mikaru somos as únicas de pijamas nesta casa. Espera, eu fui abrir a porta à Clara, à Inês e ao Midsuno assim vestida, não posso!!!!
Mark: Calma até estás bem gira por sinal. E diz-me uma coisa por que é que tens estas coisas penduradas no armário, são fotos nossas, e a tua cama, gosto muito -a minha cama tinha uma fotografia nossa onde nós, as raparigas, estávamos às cavalitas dos rapazes, foi no final do ano passado -e também gosto do candeeiro em forma de uma bola de futebol.
-Ok, obrigada. Mas vamos descer e dizer para se irem vestir {que vergonha, não acredito, pelo menos o Mark disse que eu estava gira, o que já não é mau}.
Mark: Ok, vamos.
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Quando chegamos lá abaixo, chamei a Mikaru para vir ter comigo e dando sinal ao Mark para lhes ir dizer que fossem vestir os pijamas, que já se estava a fazer tarde.
Mikaru: Diz Sabrina, ou devo dizer Cereja?
-Deixa lá isso da Cereja, isso agora não importa, Mikaru já reparaste que somos as únicas de pijama?
Mikaru: Olha por acaso tens razão. É MESMO!! Que vergonha –disse-me baixinho.
A Jane foi ter connosco e perguntou-me se elas (raparigas), se podiam ir vestir no meu quarto eu disse que sim, mas para terem cuidado com alguns caixas e malas que ainda estavam por arrumar.
Tippy: Não faz mal. Também é normal acabaste de te mudar para cá, por isso, estás desculpada.
Hinata: Sim, não te preocupes, o meu está pior que o teu, de certeza.
-Ok, até já, meninas.
Todas: Até já.
-E vocês? Onde se vão vestir?
Benji: Aqui na sala, no meu quarto não cabem todos por isso…
Mikaru: na sala? E nós? Já estamos vestidas e não saímos daqui. -disse cruzando os braços.
Benji: Tudo bem, vocês é que sabem, mas eu vou me vestir aqui.
-Deixa estar, nós vamos para o jardim traseiro ver as estrelas. Está uma noite fantástica.
Mikaru: Vamos?
-Vamos, até já rapazes.
Todos: Até já.


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